Sò nema

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Eu Sou a Lenda

8 08UTC fevereiro 08UTC 2008

                                          

                                           O Filme é daquele tipo de ficção que deixa qualquer pessoa intrigada, pensativa durante um bom tempo, e principalmente fazendo as pessoas acreditarem nem que seja por um minuto, que aquilo realmente está acontecendo. 

                                              A principal foco do filme trata de uma epidemia que devastou toda a cidade de Nova Iorque. O vírus criado anteriormente para combater o câncer acaba por ter efeitos totalmente diverso e se transformando geneticamente dentro de corpo humano, transformando as pessoas contaminadas em uma espécie de zumbi que não resiste ao contato com luz, principalmente a luz solar.

                                              Com a epidemia destruindo a cidade, o governo começa um plano de evacuação, ficando o ator principal (Will Smith) com o encargo de ficar na cidade, para descobrir uma possível cura para combater o vírus. Esta fato leva Robert Neville, o protagonista da trama, viver de uma forma muito solitária, resistindo aos dias penas pela esperança de encontrar novos sobreviventes, e proteger seu cão.

                                             O Filme apesar de ser uma ficção, retrata bem uma personalidade humana inata; a esperança de Dias melhores. No filme, Robert, envia mensagens via rádio na esperança de encontrar pessoas que também tenham sobrevivido ao vírus. Além disso é movido pela esperança de encontrar a cura do vírus, que poderá imunizar toda a sociedade não contaminada, e também poderá curar aqueles que já estão infectados. Vivendo em constante pressão pelo “bipe” de seu relógio que indica o tempo que falta para anoitecer, e outras circunstancias mostrada durante o filme, o personagem principal, eivado de fúria sai ao anoitecer mostrando o que seria praticamente um ato suicida. No entanto ele é salvo por Anna (Atriz Brasileira - Alice Braga),   personagem que é de grande importancia para o desfecho da trama.

                                        Recheado de suspense, e uma pitada de Terror, “Eu sou a Lenda” é um ótimo filme de ficção, e como quase todos os filmes de Will Smith, muito bom, vale apena conferir nos cinemas.

Meu nome não é Johnny

7 07UTC fevereiro 07UTC 2008

                                            

                                            Neste carnaval, resolvi aproveitar a incrível oferta (2.50 $) do Cinemark e assistir o mais novo filme Brasileiro, “Meu Nome Não É Johnny”, e aproveitei para ver também “Eu Sou a Lenda”, com Will Smith, dois filmes muito bom, vale apena o ingresso (mesmo inteira).

                                              Já que este blog é feito para “dizer ao mundo o que eu penso”, e vc leitor enviar comentários, gostaria de fazer um texto sobre o filme Brasileiro. O filme, diferente de muitos outros filmes brasileiros, tem pouca violência (o que poderia ser retirada sem prejuízo da qualidade da obra), e também poucos palavrões. Isso mostra que o cinema Brasileiro está muito mais maduro, inteligente e principalmente se valorizado cada vez mais em suas produções. Diante da grande questão social mostrada no filme, interagindo com a atual realidade da classe média, e mais o Drama do personagem, o filme tem tudo para ganhar os principais prêmios do Cinema, e porque não ao OSCAR de melhor filme Estrangeiro.

                                       A principal idéia do filme é quebrar o paradigma da ineficácia da reabilitação humana. O filme mostra um processo de desligamento entre o Tráfico e o ser humano. Mas o filme não trouxe uma das principais ideologias do verdadeiro João Guilherme, o fato da reabilitação só ter eficácia se for feita por caminhos diferentes para cada pessoa, dependendo da classe onde se encontra o individuo. É claro que a princípio podemos estar incorrendo em uma grande Injustiça ao querer dar um tratamento diferenciado, para a classe alta, média e baixa, mas o fato é que hoje, as drogas não tem limites, seja de classe de credos, ou qualquer outro grupo de pessoas.

                                      Com toda a sinceridade do mundo, gostaria de ver nos Bônus do DVD, do Filme “Meu Nome Não É Johnny”, mais da atual realidade de João Guilherme, e suas vitórias no campo Artístico, e não apenas o Drama que hoje é utilizado por ele para dar exemplo a toda a Sociedade. Também gostaria de ver, pessoas da classe baixa que deixaram de se escravizar no Campo do Tráfico, para viver uma vida livre e honesta.

 
"Eu tive uma infância feliz, estudei em colégios bons, nunca me faltou nada", lembra João Guilherme, que começou a consumir drogas aos 14 anos de idade.

http://www.mp.pe.gov.br/arquivo/imprensa/noticias/2004_agosto/1_presos.htm

Para resumir meu pensamento neste texto deixo a seguinte citação, de minha própria autoria;
“Se para um Garoto da Classe média se livrar das drogas é uma vitória, para uma criança da Classe baixa deve ser um triunfo, mais que uma dádiva, um exemplo claro de milagre”.

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