Meu nome não é Johnny
7 07UTC fevereiro 07UTC 2008
Neste carnaval, resolvi aproveitar a incrível oferta (2.50 $) do Cinemark e assistir o mais novo filme Brasileiro, “Meu Nome Não É Johnny”, e aproveitei para ver também “Eu Sou a Lenda”, com Will Smith, dois filmes muito bom, vale apena o ingresso (mesmo inteira).
Já que este blog é feito para “dizer ao mundo o que eu penso”, e vc leitor enviar comentários, gostaria de fazer um texto sobre o filme Brasileiro. O filme, diferente de muitos outros filmes brasileiros, tem pouca violência (o que poderia ser retirada sem prejuízo da qualidade da obra), e também poucos palavrões. Isso mostra que o cinema Brasileiro está muito mais maduro, inteligente e principalmente se valorizado cada vez mais em suas produções. Diante da grande questão social mostrada no filme, interagindo com a atual realidade da classe média, e mais o Drama do personagem, o filme tem tudo para ganhar os principais prêmios do Cinema, e porque não ao OSCAR de melhor filme Estrangeiro.
A principal idéia do filme é quebrar o paradigma da ineficácia da reabilitação humana. O filme mostra um processo de desligamento entre o Tráfico e o ser humano. Mas o filme não trouxe uma das principais ideologias do verdadeiro João Guilherme, o fato da reabilitação só ter eficácia se for feita por caminhos diferentes para cada pessoa, dependendo da classe onde se encontra o individuo. É claro que a princípio podemos estar incorrendo em uma grande Injustiça ao querer dar um tratamento diferenciado, para a classe alta, média e baixa, mas o fato é que hoje, as drogas não tem limites, seja de classe de credos, ou qualquer outro grupo de pessoas.
Com toda a sinceridade do mundo, gostaria de ver nos Bônus do DVD, do Filme “Meu Nome Não É Johnny”, mais da atual realidade de João Guilherme, e suas vitórias no campo Artístico, e não apenas o Drama que hoje é utilizado por ele para dar exemplo a toda a Sociedade. Também gostaria de ver, pessoas da classe baixa que deixaram de se escravizar no Campo do Tráfico, para viver uma vida livre e honesta.
"Eu tive uma infância feliz, estudei em colégios bons, nunca me faltou nada", lembra João Guilherme, que começou a consumir drogas aos 14 anos de idade.
http://www.mp.pe.gov.br/arquivo/imprensa/noticias/2004_agosto/1_presos.htm
Para resumir meu pensamento neste texto deixo a seguinte citação, de minha própria autoria;
“Se para um Garoto da Classe média se livrar das drogas é uma vitória, para uma criança da Classe baixa deve ser um triunfo, mais que uma dádiva, um exemplo claro de milagre”.


Comentário por Isa — 9 09UTC fevereiro 09UTC 2008 (14:10)
Muito legal!